Segundo diversos historiadores da cidade -localizada a mais de 700 quilômetros de Havana e a quarta mais populosa do país- na nova paróquia se oficiou a primeira missa em igual data e desde então o lugar adotou o nome San Isidoro de Holguín, uma proposta do prefeito da Villa de Bayamo, Bartolomé Silva e Tamayo.
Paulatinamente, o povo nascido entre os rios Jigüe e Marañón e aos pés da popular Loma da Cruz, cresceu até converter em uma cidade com um reconhecido crescimento econômico e intensa vida cultural.
Ricardo Suárez, presidente da Assembleia Municipal do Poder Popular, pontuou que desde o passado 2019 impulsionaram diversas ações culturais, construtivas e sociais para celebrar a data.
No entanto, agregou, ‘as festividades ficarão pospostas até que voltemos à normalidade, para o qual é imprescindível o cumprimento cabal das medidas adotadas pelo país para sair adiante e cortar as correntes de contágio do coronavírus SARS-CoV-2’.
Por outra parte, Suárez felicitou o povo holguinero, ‘o grande protagonista de todas as iniciativas pelo aniversário 300, as que continuarão para ter uma cidade mais renovada, culta, limpa, moderna, turística e universal’, dimensionou. ‘Este esforço coletivo repercutirá em fomentar a unidade e bem-estar dos cidadãos, bem como para que em cada um de nós viva e permaneça o amor por esta cidade’, argumentou.
A cidade é sede habitual de numerosos eventos culturais de relevância nacional e internacional dos que destacam as Romarias de Maio, a Festa da Cultura Ibero-americana, o Concurso de Dança do Atlântico Norte e o Grand Prix Vladimir Malakhov.
O município de Holguín tem uma população superior aos 300 mil habitantes, que este 4 de abril rememoraram desde seus lares o tricentenário de um povo renovado, culto e universal.
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